segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Jornada por minhas estantes (Book Tour)

Salve leitores aventureiros, 

aqui vai um vídeo casual apresentando o conteúdo de minhas prateleiras e alguns artefatos curiosos de meu santuário literário, como minha coleção de apontadores-cavaleiros, a escultura do paladino Sagrarius e do wyvern Ferruada (ambos de meus livros), minha espada Fafnir e outras curiozisses. Aproveitem o passeio!





Só depois que gravei o vídeo, percebi ter esquecido de uma cambada de livros que ficam em cima do meu guarda-roupas, por falta de mais prateleiras (aceito doações, ;) ). Aqui vai uma fotinha dessa parte!


Sacanagem ter esquecido de vocês, belezinhas. :)

Nesse fim de semana, trabalhando com o grupo Excalibur Live Action no Anime Festival de Belo Horizonte, fiz algumas aquisições para a coleção de armas brancas: a Aelia e a shuriken sem nome (por enquanto).


De cima para baixo: Shuriken anônima, katana Aelia e a espada Fafnir. Sim, nomeio coisas; porque sim.

Curtiram? Digam o que acharam das minhas coleções, dê seu like aqui no VocêTubo e compartilhem! Ainda neste mês, sai  o segundo vídeo do Resenhas Fantásticas, falando desta vez sobre a obra O Gigante Enterrado, do Kazuo Ishiguro. 

Que a vida seja vívida, nas graças da Essencieira!

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Resenhas Fantásticas #1 - Pátria, de R. A. Salvatore

Capa linda de doer os olhos, pelo ilustrador Todd Lockwood!
Como vão, fantasistas?

Comecei neste fim de janeiro o projeto RESENHAS FANTÁSTICAS, pelo qual irei resenhar mensalmente obras do gênero fantasia. No primeiro vídeo, discuto minha experiência com a leitura do livro Pátria, do autor R.A. Salvatore, e primeiro livro da série "A Lenda de Drizzt", lançada pela Editora Jambô.

Além de ser um dos meus autores favoritos, R.A. Salvatore é meu maior influenciador literário e já escreveu mais de 40 livros de fantasia (dos quais já li pelo menos 30 e poucos), traduzidos para o mundo inteiro. Confira o vídeo abaixo:

Você pode comprar "Pátria" aqui nesse link: https://nerdz.etc.br/produto/patria/
Para o Resenhas Fantásticas #2, estou lendo esta obra bacana aqui:


O Gigante Enterrado ganhou o Nobel de Literatura de 2017, chamando a atenção por literaturas de fantasia geralmente não serem alvos do título.

Em fevereiro, devo fazer um vídeo mais casual também, apresentando a vocês o conteúdo de minhas prateleiras e alguns detalhes de meu santuário literário, onde eu escrevo, leio, estudo, trabalho, jogo e procrastino. :)

Ah, e, voltando à resenha do Pátria, vou rasgar um segredo meu agora: minha pretensão é me tornar o Salvatore brasileiro, então porque você não dá uma explorada aqui no blog, e conhece mais sobre minhas obras? ;) Clica aqui.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Não compre para ajudar, LEIA para ajudar!

"Velho, tem um amigo meu, o cara é foda: você acredita que ele escreve livros? Pois é. Coisa de louco, né? Vou comprar um livro dele para dar uma ajudinha, o cara rala pra caramba para escrever aquilo tudo.

"Ah, legal. Você gosta de ler?"

"Nemmm... dá muito sono, não tenho paciência. Mas é só pra dar uma moral mesmo."

Por favor. Não seja esse cara. Não seja. Esse cara...

Qual o verdadeiro preço a se pagar por um livro? E o preço a se pagar por vendê-lo "mal" vendido (só por $$$)?

Que comece o mimimi. Não sei se estou melindroso demais ou se a situação narrada acima incomoda outros escritores além de mim. Você rala muito, às vezes praticando outras atividades profissionais além da escrita, para chegar um camarada, na maioria das vezes bem intencionado (em muitas, amigo ou parente), e reduzir sua obra a mera mercadoria. "Ué, Sario, mas não é?". Sim, é uma mercadoria, mas não SOMENTE uma mercadoria. Vou explicar adiante.  

Uma opinião sobre o livro, por caridade, senhor.
Muitos escritores (independentes, em especial) são tomados como pessoas implorando para que alguém compre seus livros; e acho uma falta de respeito quando é assim que somos vistos. Não somos mendigos e não estamos implorando... não por dinheiro! Se eu não gosto de dinheiro? Oh, se gosto! Infelizmente, dinheiro hoje é sinônimo de liberdade e assumo que sou tão ávido por ele (ou ela) como qualquer outra vítima do capitalismo, mas entendam bem: se eu fosse vender alguma coisa apenas por dinheiro, aqui no Brasil, a última mercadoria que eu escolheria seria livros. Qualquer bandejinha de balas superaria o lucro de uma bandejinha de livros Sagraerya fácil. A oferta de literatura fantástica está saturada e a procura, por mais que crescente, é insuficiente em nosso país, para não falar vergonhosa. Bala tem gente querendo o tempo todo, qualquer hora - concorrência cruel.

Então, meus amigos, o que quero dizer com isso é que, se você realmente quer oferecer apreciação a um autor (amigo, parente, desconhecido, power ranger), não só compre o livro: leia o livro, consuma o livro e divida com ele sua opinião sobre o livro. Se você compra com a real intenção de ler, mas no fim das contas, não vai muito com a cara da literatura desse seu amigo, é muito compreensível, já que nem Jesus agradou geral. Mas, gente boa, se você não gosta de ler ou sabe que não vai ler e está comprando para ajudar, você está, na verdade, prejudicando o autor... eu mesmo trabalho tiragens impressas pequenas de minha obras (30 por vez) e um livro comprado por alguém que quer "só dar uma moral" me tira a oportunidade de vender esse mesmo livro a alguém que realmente pode apreciar meu trabalho. O que acende a alma de quem se mete ou se faz de escritor é a apreciação da obra; esse é o pão para que suas páginas continuem vivas. E ainda que dinheiro possibilite bons investimentos para a própria arte que nos dispomos a criar,  a palavra do leitor/apreciador é o que nos motiva e empolga na hora de enfrentar o teclado. Essa satisfação sim é o verdadeiro pagamento.

Obrigado pela ajuda ;)

Ivlandhar, Qaes Thos Fahndrl.

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